Lutando por Direitos Humanos em “Orange is the New Black”

Após sete anos de sucesso na Netflix, chegou ao final a série inspirada no romance homônimo e autobiográfico de Piper Kerman sobre a sua estadia em um presídio feminino por envolvimento em casos de lavagem de dinheiro.  

A narrativa acompanha uma mulher de classe média alta que também acaba entrando para a vida de crimes após trair o seu noivo com uma traficante de drogas. O mais interessante é que o foco não fica somente nela, mas em todos que convivem na Penitenciária de Segurança Mínima de Litchfield, cada qual com o seu respectivo microverso.

Aos poucos vamos sendo introduzidos a todos os segmentos que coabitam o local: as latinas, as negras, as idosas, as religiosas, as caucasianas, as loucas e as viciadas, além dos carcereiros e o núcleo administrativo, cada qual com os seus respectivos dilemas e obstáculos a serem superados. A montagem em flashbacks, mostrando como cada uma das detentas foi parar ali revela a humanidade da obra, pois exclui o estigma de que todo mundo ali dentro é “farinha do mesmo saco” e está presa porque é nociva para a sociedade.  

Nem sempre é má fé. Existem prisioneiras políticas, pessoas que estavam no lugar errado na hora errada ou que simplesmente fizeram uma escolha errada num momento de desespero. Não há inocentes ali, mas nem todas “apresentam um risco para a sociedade”. 

Nesse ponto vale apontar o papel dos guardas dentro da história, já que muitos deles acabam usando de sua posição para fazer coisas tão ou até mais erradas do que as moças fizeram. Em alguns casos o nível de frieza dos mesmos chega a assustar. 

Ao longo das temporadas, ocorre a privatização do presídio e nesse ponto há um enorme salto de qualidade na minha opinião, porque a discussão sobe para um novo patamar: a empresa responsável começa a tomar medidas para reduzir custos, sem levar em conta os direitos básicos de quem está confinado no recinto, sendo relegadas a condições sub-humanas. Esse fenômeno desencadeia uma série de eventos que irá mudar drasticamente a vida de várias detentas.

É difícil contabilizar a quantidade de problemas sociais que foram discutidos ao longo desses sete anos, vou colocar alguns e se eu me esquecer de algum peço desculpas, porque realmente é muita coisa: racismo, estupro, aborto, abuso de autoridade, reintegração de detentos, imigração, vício em drogas, homofobia, violência verbal e física, além de fanatismo religioso dentre vários outros temas relacionados. 

Depois de tanto tempo acompanhando essas mulheres que acabaram ganhando a admiração do seu público, seja por sua história ou sua força para prosseguir vencendo as dificuldades que surgem, é seguro dizer que a gente sai um pouco transformado dessa experiência. Certamente menos preconceituoso e mais reflexivo. 

      

O abstrato contra o científico em Freud

Sigmund Freud é considerado o “Pai da Psicanálise” por introduzir ao mundo uma nova técnica de tratamento de doentes mentais, usando teorias como ego, superego e inconsciente, Complexo de Édipo, traumas forjados na infância e histeria. Seus métodos não foram prontamente aceitos em função do contexto histórico, que estava mergulhado no Positivismo e no embasamento científico que exigia uma fundamentação em dados e respostas biológicas. 

Ambientada na Viena durante o final do século XIX, a série alemã da Netflix acompanha a juventude do médico em questão, que está fascinado e convencido de que a hipnose é o método perfeito para acessar a mente e assim poder aperfeiçoar o diagnóstico de seus pacientes, mergulhando na raiz de suas enfermidades mentais. Obviamente essa prática não é bem vista pela comunidade médica, que enxerga a mesma como charlatanismo. 

Enquanto pesquisa sobre a técnica em questão ele acaba se envolvendo com a médium Fleur Salomé, que acaba o ajudando a trabalhar com a polícia na investigação de estranhos assassinatos e sequestros, cujos culpados agem como se estivessem sobre uma espécie de transe hipnótico, sem ter a mínima ideia do que realmente estão fazendo. O que o doutor não sabe é que a própria garota está involuntariamente envolvida na conspiração de uma seita com propósitos bastante obscuros. 

A narrativa usa várias referências históricas precisas, como a tensão política do império austro-húngaro, as sessões espíritas(que realmente eram bastante comuns naquele período), além de vários traços característicos do protagonista, como o seu apreço por cocaína e sua formação judaica para ajudar a contar a história, mas não se trata de uma série sobre a vida do notório psicanalista. Ela apenas utiliza alguns elementos com muita licença poética para conduzir o mistério, enquanto aproveita para discutir alguns temas de sua obra, que ocasionalmente vão surgindo no desenrolar do mesmo. 

Vale mencionar a reconstituição histórica perfeita e a trilha sonora que por vezes chega até mesmo a trazer um necessário incômodo, pois é a partir do mesmo que se projeta a busca para decifrar os enigmas propostos. Uma interessante jornada pelos caminhos que levam a lugares inesperados, com perigosas e estranhas motivações que só serão descobertas mais tarde, revelando informações desconhecidas sobre nós mesmos. 

Precisamos falar sobre “A Missy Errada”

“A Missy Errada” é um filme de comédia previsível, com sucessões de acontecimentos que, em outros filmes e feito de outros modos, eu ficaria desesperada e com vontade de desligar a TV. É aquele filme bem bobo, mas que consegue tirar boas risadas e ocupar o tempo em um domingo.

Mas não é disso que vamos falar. E já aviso que pode conter spoilers!

Lauren Lapkus faz o papel de Missy, a errada, a louca, a sem noção, que faz as coisas sem pensar nas consequências. Até que ponto essa perspectiva sobre a Missy é a real ou é sobre o que o Tim, personagem principal, pensa sobre ela desde que a conheceu? Será que ela é mesmo essa pessoa desequilibrada e inconsequente que o Tim passou quase o filme todo pensando que ela fosse, ou ela era uma pessoa bacana e atenciosa, que não era como ele desejava que ela fosse?

Talvez, por ela ser uma mulher decidida, de atitude, fala o que pensa, faz o que quer e vai atrás do que deseja tenha deixado Tim assutado, afinal, Tim é um cara que vive pelo trabalho, recém solteiro, muito “certinho” com as coisas, passivo. E assim, Tim criou na mente dele uma Missy paranóica, louca, inconsequente e perigosa.

Toda essa imagem sobre ela muda quando Missy o ajuda a conquistar o cargo que ele tanto desejou, usando um dos diversos cursos que ela fez. A partir de uma apresentação que os concorrentes fizeram para o chefe, em que o Tim “agradou” mais que a da Jess “Barracuda”, Tim começa a se apaixonar pela Missy. Ela descobre que não era a Missy que ele queria que estivesse lá e vai embora, no mesmo instante que a Missy “certa” chega no hotel. Aí vem o clássico arrependimento e descobre que ele gostaria da outra Missy na vida dele, porque ela deixava a vida dele nada monótona e rotineira.

Apesar da problemática sobre colocar na mulher expectativas e responsabilidades que não são dela, de ela ser a “heroína” que o salva da rotina e da realidade, e ainda a coloca como louca quase o filme todo, é um filme divertido e achei a Missy apaixonante.

A galhofa intencional em ‘The Tick’

Estamos vivendo em uma época em que os super heróis estão sendo levados demasiadamente a sério, com suas produções em cinema e televisão aparecendo a todo instante o que acaba os afastando do espírito lúdico que tanto fascinava crianças pelo mundo inteiro. Hoje em dia até mesmo os desenhos tem tramas bastante complexas, personagens com elevadas cargas emocionais, então é bacana quando surge uma produção que leva tudo para o lado da zoeira mesmo.

A série com duas temporadas na Amazon Prime é a terceira adaptação de uma criação dos quadrinhos de Bem Edlund em 1986. Seu espírito de paródia já vem desde a sua criação. Primeiro foi uma série animada nos anos 90 e depois uma série de comédia live action em 2001, onde o protagonista era estrelado por Patrick Warburton, que acabou se tornando o produtor executivo da mais recente série.

Em sua primeira aparição o mesmo foge de um hospício, sem nenhuma memória de sua vida anterior. Um homem enorme e extremamente forte vestindo um traje azul à prova de balas com duas pequenas antenas que na verdade são o seu ponto fraco. Seus discursos acalorados sobre a verdade, a justiça e o destino parecem ter sido retirados de um gibi da década de 50. Seu parceiro é Arthur, um homem simples e tímido, apaixonado pelo universo de supers que ganha uma roupa High Tech e precisa a aprender a lidar com toda essa nova realidade ao seu redor.

O humor não é forçado e nasce da estranheza e maluquice do próprio universo apresentado, onde um cachorro super escreve suas memórias e dá autógrafos e palestras, sendo reverenciado por onde vai, um barco com inteligência artificial se apaixona por uma pessoa e Superion, uma óbvia sátira ao Super Homem que começa a se sentir inseguro por causa de haters em suas redes sociais.

Tudo acaba sendo uma grande brincadeira, onde os vilões não sabem explicar os seus planos, as fantasias são coloridas e exageradas, enfim nada faz realmente muito sentido. Grande parte da história envolve o mistério a respeito de uma grande ameaça à humanidade chamada de Terror, que traumatizou Arthur em sua infância e foi dado como morto, embora alguns não acreditem nisso. Uma diversão de qualidade para aqueles que procuram algo mais descontraído, que não exige extensas teorias e conspirações rocambolescas.

 

Pandemias no Cinema

Estamos há 90 dias em quarentena (uns mais, outros menos, e alguns nem entraram) e é bom para nossa saúde mental tirar um tempinho dessa loucura toda pra assistir a um filme ou série, ou até mesmo ler um livro. Talvez uma comédia, um romance, um terror com espíritos, temáticas que nos façam esquecer um pouco do momento que estamos vivendo. Mas é sempre bom ver como outros países lidariam com essas pandemias, se fosse como nas telas do cinema hahaha

Seja para entender como tudo ocorre, as formas de contágio, ou para simplesmente apreciar o caos na vida dos personagens fictícios, segue uma lista de filmes para assistir:

 

1) A Gripe (2013) – Um homem morre por causa de um vírus desconhecido e, em pouco tempo, milhares de pessoas apresentam os mesmos sintomas que ele. O vírus é transmitido pelo ar, não tem cura e mata em 36 horas. Agora o único objetivo é sobreviver.

 

2) Contágio (2011) – Pouco depois de voltar de uma viagem de negócios, Beth Emhoff morre de uma suposta gripe. Enquanto a epidemia mortal se espalha, os médicos precisam identificar o vírus para conseguir combatê-lo e acabar com o pânico da população.

 

3) Eu Sou a Lenda (2008) – Robert Neville é um brilhante cientista e o único sobrevivente de uma epidemia que transformou os humanos em mutantes sedentos por sangue. Andando pela cidade de Nova Iorque, ele procura por outros possíveis sobreviventes e tenta achar a a cura da praga usando seu próprio sangue, que está imune.

 

4) Extermínio (2003) – Uma praga transforma a maioria da humanidade em zumbis sedentos de sangue. Um grupo ainda não afetado se prepara para a mais perigosa jornada de suas vidas: tentar chegar a uma fortaleza militar em Manchester.

 

5) Ensaio Sobre a Cegueira (2008) – Quando uma epidemia chamada cegueira branca aparece em uma cidade, a mulher de um médico é a única pessoa que ainda consegue ver. Ela vai para um abrigo com seu marido cego e encontra todos vivendo em condições precárias. Agora ela tem que guiar um grupo à liberdade.

 

6) Sentidos do Amor (2011) – Um casal vive um romance enquanto uma estranha doença assola a sociedade. Aos poucos, as pessoas começam a perder os sentidos humanos. Sem olfato ou audição, eles insistem na sua história de amor e experimentam sensações desconhecidas.

 

7) Epidemia (1995) – Um médico do Exército e sua equipe lutam para salvar os habitantes de uma pequena cidade americana contra a propagação de um vírus mortal e contagioso trazido da África por um macaco que foi levado de forma clandestina para a Califórnia, nos Estados Unidos. O contágio é rápido e o Exército coloca a cidade sob quarentena. Mas quando um cientista do Exército tenta ajudar a população, ele é inexplicavelmente afastado do caso.

 

8) REC (2008) – Ángela Vidal (Manuela Velasco) é uma jornalista que, juntamente com seu operador de câmera Pablo (Pablo Rosso), faz uma reportagem em um quartel do Corpo de Bombeiros, na intenção de mostrar seu cotidiano. Porém o que aparentemente seria uma saída noturna rotineira de resgate logo se transforma em um grande pesadelo. Presos em um edifício, a equipe de filmagens e os bombeiros enfrentam uma situação desconhecida e letal.

 

 

Filmes que todo fotógrafo precisa assistir

A cinematografia, ou fotografia no cinema, é a captação de imagens por filmagens em películas ou por câmeras digitais. É sobre a “impressão” do que veremos nas telas dos cinemas ou nas TV’s.

“Nós escrevemos histórias com a luz e a escuridão, com o movimento e as cores. É uma linguagem com seu próprio vocabulário e com ilimitadas possibilidades de expressar nossos pensamentos e emoções.” – Vittorio Storaro

O diretor de fotografia controla o processo de construção e registro das imagens. Ele torna real toda a atmosfera e linguagem imaginada na pré-produção por meio de técnicas de iluminação, filtros, lentes, movimentos de câmera, enquadramento, cor, exposição…

Filmes e Séries se tornam nossa fonte de inspiração, seja as cores, enquadramentos, poses, situações, história. Para ajudá-los nas ideias e ainda entretê-los durante essa pandemia, segue algumas dicas de filmes.

1) O Fotógrafo de Mauthausen (2018) – Venceu 4 Prêmios Gaudí, em 2019, que é o equivalente ao Oscar na Catalunha, sendo os prêmios: Melhor Direção de Produção, Melhor Direção de Arte, Melhor Figurino, Melhor Maquiagem e Cabelo.

 

2) 1917 (2020) – Cinematografia de Roger Deakins. Completamente filmado em plano sequência, com apenas um corte, 1917 ganhou 7 prêmios Bafta, Oscar de melhor fotografia, melhor mixagem de som e melhores efeitos visuais).

 

3) Nunca Deixe de Lembrar (2018) – Cinematografia de Caleb Deschanel. Nunca Deixe de Lembrar” tem um visual bem romântico e bonito, o que combina com o tom da história. O tema do papel da arte dentro do filme é interessante e, algumas vezes, assume a dianteira.”

O filme ganhou quatro prêmios e foi indicado a outros 13, incluindo as indicações para os Oscar’s de Melhor Filme em Língua Estrangeira e Melhor Direção de Fotografia no Oscar 2019. A produção também foi indicada ao Globo de Ouro de Melhor Filme em Língua Estrangeira.

 

4) O Rei do Show (2017)- Cinematografia de Seamus McGarvey. No 75º Globo de Ouro, a produção foi indicada nas categorias de Melhor Filme – Comédia ou Musical enquanto Jackman foi indicado ao prêmio de Melhor Ator – Comédia ou Musical. A canção “This Is Me” recebeu o Globo de Ouro de Melhor Canção Original e foi indicada ao Óscar de Melhor Canção Original.

 

5) Parasita (2019) – Cinematografia de Kyung-pyo Hong. Ganhou 22 prêmios em 2019, dentre eles a Palma de Ouro no Festival de Cannes e no Buil Film Awards venceu a categoria de melhor fotografia.

 

6) Coringa (2019) – Cinematografia de Lawrence Sher. Foi considerado a experiência cinematográfica mais impactante do ano. Venceu o Oscar nas categorias Melhor Trilha e Melhor Ator.

 

7) Mad Max – Estrada da Fúria (2015) – Cinematografia de John Seale. O filme tem como base do tratamento visual duas cores: laranja e azul, cores opostas no círculo cromático, e os detalhes secundários tem tons de verde e vermelho. Os tons terrosos do deserto tão a sensação de sufocamento, calor, secura, enquanto o contraste do azul dá um alívio pros olhos, uma tranquilidade. O diretor de fotografia, John Seale, deu a dica de usarem várias e várias câmeras, para que conseguissem pegar vários ângulos de uma vez só. (informações vistas no vídeo da Carol Moreira) Venceu 6 prêmios no Oscar em 2016 e 4 prêmios no BAFTA.

 

12 Filmes para curtir o Dia dos Namorados

E aí, meus queridos? Como estão? Espero que bem <3

Hoje, 12 de junho, Dia dos Namorados, vou indicar 12 filmes para curtir o dia/noite de hoje com o mozão. (Mas ó, se estiver na quarentena longe do mozão, use o Netflix Party pra cada um assistir na sua casa <3 segurança pra ficar juntinhos depois que tudo isso passar <3 )

 

1) Been so Long (Netflix) – O filme conta a história de um romance que se passa nas ruas de Camden, em Londres. O longa acompanha Simone (Michaela Coel), uma mãe solo dedicada, que em uma rara noitada se vê encantada por um belo, porém problemático, estranho, Raymbon (Arinze Kene).

 

2) Um Crime Para Dois (Netflix) – Durante uma crise no relacionamento, o casal se vê envolvidos em um mistério. Eles precisam tentar resolver o crime para limpar seus nomes enquanto tentam salvar a relação. É o típico filme que eu ficaria facilmente nervosa devido à sucessão de -desgraças-, mas os atores conseguem passar um equilíbrio entre desespero e calmaria.

 

3) Amor em Obras (Netflix) – Uma executiva de San Francisco ganha uma pousada na Nova Zelândia e deixa a vida na cidade grande para reformar a propriedade com a ajuda de um empreiteiro.

 

4) Elisa & Marcele (Netflix) – Em 1910, acontecia na Igreja de San Jorge, na região de Coruña, na Galícia, um casamento inesperado entre Elisa e Marcela. Para driblarem as regras locais e poderem se casar, Elisa forja documentos de um parente falecido e se passa por um homem para viabilizar a primeira união homossexual da Europa.

 

5) Sobre Nós (Prime Vídeo) – A história de amor de Diego e Matheus é contada no roteiro cinematográfico que Diego escreve ao se tornar um cineasta. As lembranças de todas as fases do relacionamento, os momentos divertidos e emocionantes serão eternizados no primeiro longa de Diego.

 

6) Hitch – O Conselheiro Amoroso (Globoplay) – Um consultor de relacionamentos que trabalha de forma anônima é contratado para ajudar um contador tímido a conquistar a mulher dos seus sonhos. Ele acaba se apaixonando por uma jornalista, porém, e corre o risco de ter sua identidade revelada.

 

7) Your Name (Netflix) – Mitsuha Miyamizu (Mone Kamishiraishi) é uma jovem que mora no interior do Japão e que deseja deixar sua pequena cidade para trás para tentar a sorte em Tóquio. Enquanto isso, Taki Tachibana (Ryûnosuke Kamiki), um jovem que trabalha em um restaurante italiano em Tóquio, deseja largar o seu emprego para tentar se tornar um arquiteto. Os dois não se conhecem, mas estão direta e misteriosamente conectados pelas imagens de seus sonhos.

 

8) Meu Eterno Talvez (Netflix) – Sasha (Ali Wong) é uma garota que passa a maior parte do tempo sozinha em casa, pois nunca recebe atenção suficiente dos pais, que frequentemente trabalham por longas horas. Ela busca conforto e carinho na casa de Marcus (Randall Park), seu vizinho, cujos pais são doces e participativos. Os anos passam e a amizade dos dois fica cada vez mais forte.

 

9) Sobre Ontem à Noite (Netflix) – Após uma aventura imprevisível de apenas uma noite, dois casais tentam transformar seu romance casual em amor verdadeiro, vivenciando as responsabilidades que compõem um relacionamento.

 

10) Como se Fosse a Primeira Vez – Lucy sofre de falta de memória de curto prazo, o que faz com que ela rapidamente se esqueça de fatos que acabaram de acontecer. Com isso Henry é obrigado a conquistá-la, dia após dia, para ficar ao seu lado. Minha comédia romântica favorita da vida não poderia ficar de fora haha ele é tão maravilhoso que ganhou duas versões, uma japonesa e uma mexicana (essa está disponível na Amazon Prime)

 

11) Hoje Eu Quero Voltar Sozinho – Leonardo (Ghilherme Lobo), um adolescente cego, tenta lidar com a mãe superprotetora ao mesmo tempo em que busca sua independência. Quando Gabriel (Fabio Audi) chega na cidade, novos sentimentos começam a surgir em Leonardo, fazendo com que ele descubra mais sobre si mesmo e sua sexualidade.

 

12) E Se Fosse Verdade – David Abbott (Mark Ruffalo) alugou recentemente um belo apartamento em San Francisco. A última coisa que ele gostaria era dividi-lo com alguém, mas logo surge uma jovem bonita e controladora, chamada Elizabeth (Reese Witherspoon), que insiste que o apartamento é seu.

 

Curtiram? Qual filme vocês colocariam na lista? <3

Bom divertimento e até a próxima!